Viver do poker: o que é preciso mesmo.

Dá para viver do poker, para uma minoria com jogo, disciplina e estrutura. A maioria não chega lá, e quase nunca por falta de talento: é a banca curta, as expectativas irreais, o isolamento e o primeiro grande downswing.

Estes guias falam de números reais, do primeiro ano, de como se sobe de stakes degrau a degrau e de como se constrói uma carreira que dura mais do que um upswing.

Os guias de carreira

  1. Quanto ganha um jogador?

    Não há salário no poker: winrate × volume × buy-in, menos variância. Como estimar um rendimento realista de MTT e porque a maioria ganha menos do que pensa.

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  2. O primeiro ano

    Banca curta, expectativas irreais, isolamento e o primeiro grande downswing. Os erros clássicos do salto para profissional, e como não desistir no pior mês.

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  3. MTT vs cash game

    Variância, estilo de vida, teto de ganhos e rotina: as diferenças reais entre viver de torneios e viver de cash, para escolheres com os olhos abertos.

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  4. Longevidade e burnout

    Chegar é uma coisa; ficar é outra. Como se evita o burnout, se acompanha um jogo que muda todos os anos, e se constrói uma carreira de poker que dura.

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  5. Dá para viver do poker?

    Dá, para uma minoria com jogo, disciplina e estrutura. O que é preciso mesmo (winrate, volume, banca, cabeça) e porque a maioria não chega lá. Sem hype.

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  6. Do micro ao high stakes

    Subir de stakes não é jogar mais alto por impulso, é winrate provado, banca a acompanhar e jogo pronto para o campo mais duro. O caminho real, degrau a degrau.

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  7. Rotina de um profissional

    Não é jogar o dia todo: volume gerido, estudo agendado, gestão de banca e de cabeça, descanso a sério. A semana de quem trata o poker como trabalho.

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Na prática, na Polarize

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